Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

terça-feira, 14 Julho 2020
Secções
Creative (Un)Makings: Disruptions in Art/Archeology
 

i Exposições Temporárias

18 Mai a 06 Set

Santo Tirso

Creative (Un)Makings: Disruptions in Art/Archeology

  • Matosinhos
  • |
  • 16 Nov a 23 Fev
  • i Exposições Temporárias

“As Famílias de Augusto Gomes”

  • Museu da Quinta de Santiago
  • |
  • ter-sex: 10h-13h, 15h-18h; sáb, dom, feriados: 15h-18h Encerra às segundas e nos dias 24, 25 e 26 de dezembro

 

  “As Famílias de Augusto Gomes” De 16 de novembro a 23 de fevereiro de 2020 O Museu da Quinta de Santiago, estrutura museológica da Autarquia de Matosinhos, e palco privilegiado de apresentação a público da Coleção de Arte da Autarquia, fecha a sua programação expositiva de 2019, apresentando uma mostra desta feita dedicada ao Mestre Augusto Gomes (1910-1976). “As Famílias de Augusto Gomes”, com a curadoria de A. Cunha e Silva, remete-nos para uma nova abordagem à obra do Mestre, incidindo com especial enfoque as famílias da sua terra, as famílias de pescadores de Matosinhos. Nas palavras do A. Cunha e Silva, “Augusto Gomes, consciente da mescla heterogénea de pescadores que sazonalmente habitam na terra e navegam no mar de Matosinhos, retirou dessa vivência um universo iconográfico: do lugar, do gesto e da dor. Aos olhos do pintor, esta mancha humana, multicolor, também estética, diversificada e rica, mostrava-se nos seus apetrechos de pesca, modos de vestir, expressões de sentir e de estar. Serviu-se desta pesquisa para a criação e objetivos de trabalho que na época impunha o neo-realismo. Augusto Gomes conhecia os ventos, as nuvens e o mar, e só um pintor assim, salgado em imagens reais, poderia ter realizado uma obra autêntica das famílias dos homens e mulheres do mar.” Assim, nesta exposição vamos encontrar a visão do curador acerca dos estudos realizados à obra do Mestre, desde a sua convivência - foi A. Cunha e Silva o curador da primeira exposição retrospetiva, na altura no Orfeão de Matosinhos – até à data. Uma visão analítica, com muitas questões aos enigmas que Augusto Gomes deixou representados nos seus desenhos ou telas. Podemos também observar a maturação do pintor, o estudo de determinados ícones, ensaiados obra após obra, refinando-se na sua apresentação. Mas também uma visão apaixonada e entusiasta daquele que foi um dos artista que "arredado de exposições, coletivas ou individuais, e a sua arte, definida em circuito fechado, encontrou uma maneira plástica de excelente composição escolar, ou docente, para traduzir uma imagem rústica de figuras empenhadas num dia-a-dia que recusa folclore", como referiu José Augusto França, no seu livro a Arte em Portugal no século XX”. A Presidente da Autarquia bem o refere no seu texto para o catálogo, “esta exposição valoriza a visão humana e realista da vida das ‘gentes do mar’, que o autor tão bem expressou nas suas obras, reabrindo as portas do passado… ainda tão vivo no presente. Revisitando as suas obras sentimos e honramos as memórias e tradições Matosinhenses, lembrando ‘tudo o que foi’, despertando também os sentidos para ‘tudo o que ainda é’.” A partir de 16 de novembro e até 23 de fevereiro venha ao Museu, redescobrir estas obras de arte que agora selecionámos e partilhar connosco a análise e visão do curador. +Informações Museu Quinta de Santiago Rua de Vila Franca 134, 4450-802 Leça da Palmeira | Tel.: 22 939 2410 | museuqsantiago@cm-matosinhos.pt www.cm-matosinhos.pt/pages/1379   www.facebook.com/museuquintasantiago www.instagram.com/museuquintadesantiago   www.twitter.com/MuseuQSantiago   Horário: ter-sex: 10h-13h, 15h-18h; sáb, dom, feriados: 15h-18h Encerra às segundas e nos dias 24, 25 e 26 de dezembro Serviço Educativo sob marcação terça a sexta das 10h às 13h e das 15h às 18h. casadobosque@cm-matosinhos.pt  

Exhibition offering a new approach to the Master’s work, particularly depicting his land’s families, Matosinhos fishermen’s families.
According to the curator A. Cunha e Silva’s words, “Augusto Gomes, aware of the heterogeneous blend of fishermen that seasonally live ashore, but sail regularly on the Matosinhos sea, he retrieved from that experience an iconographic universe covering place, pain and gesture. To the eyes of the painter, this human patch, colourful and aesthetical, diverse and rich could be seen on the fishing equipment, ways of dressing, feelings expressions and attitudes. He used this research for his creation and to establish work goals as imposed by neo-realism, by that time. Augusto Gomes knew the winds, the clouds and the sea, and only such a painter, salted in real images, could have produced an authentic work depicting the families of seaman and women.”

Exposición que ofrece un nuevo abordaje al trabajo del Maestro, sobre todo en lo que respecta a las familias de su tierra, las familias de los pescadores de Matosinhos.
En las palabras del curador A. Cunha e Silva, “Augusto Gomes, consciente de la mezcla heterogénea de pescadores que estacionalmente viven en tierra y navegan en el mar de Matosinhos, sacó de esa vivencia un universo iconográfico: del lugar, del gesto y del dolor. A los ojos del pintor, esta mancha humana, multicolor, además estética, diversificada y rica, se vía en sus accesorios de pesca, su forma de vestir, sus expresiones de sentir y de estar. Aprovechó esta pesquisa para la creación y los objetivos de trabajo a los que obligaba el neo-realismo en esa época. Agusto Gomes conocía los vientos, las nubes y el mar, y solo un pintor así, salado en imágenes reales, podría haber realizado una obra auténtica de las familias de los hombres y mujeres del mar.”

 
 
“As Famílias de Augusto Gomes”
Acções do Documento
 
 
Agenda
Julho
Do
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31
« Julho 2020 »
Newsletter