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Quinta-feira, 19 Outubro 2017
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Animais e Plantas das Ruinas
 

i Ar Livre

01 Jan a 31 Dez

Vila Nova de Gaia

Animais e Plantas das Ruinas

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Animais e Plantas das Ruinas

 

A Quinta do Chasco, hoje, acolhe a mostra «Animais e plantas das ruínas». Ginetas e Fuinhas, Saca-rabos e Peneireiros, Corujas e Mochos irrecuperáveis para a natureza dão a perceber às pessoas como estes animais furtivos se adaptam às alterações de ambiente na sua luta pela sobrevivência. A Quinta do Chasco, nome referido desde o século XV, e cujo último residente (1990) ainda era conhecido por esse nome, foi a propriedade mais rica e importante desta zona.

  O Chasco (Oenanthe sp.), por vezes também confundido com o Cartaxo (Saxicola sp.) é uma pequena ave insectívora, porventura comum neste lugar, e que serviu de alcunha ao proprietário da quinta. A Palmeira (Phoenix canariensis) existente junto à casa era um sinal de riqueza conquistada no Brasil, sinal dos chamados «brasileiros de torna-viagem», portugueses que nos séculos XVIII e XIX emigraram para o Brasil, ali fizeram fortuna e regressaram a Portugal onde construíram enormes casas (as «casas dos Brasileiros») espalhadas pelo Minho e pela região de Aveiro. Sempre traziam uma palmeira, que plantavam no jardim. Esta importante casa agrícola tem um grande canastro e, em contrapartida, um pequeno moinho (recuperado pelo Parque Biológico) para acorrer somente às necessidades da gente e do gado da casa. O moinho tinha a particularidade de ser alimentado pela levada de uma mina de água ou por engenho-de-buchas, ali existentes. Quando havia falta de água na mina, este engenho puxava água para o moinho através de um canal subterrâneo com ligação ao Rio Febros.

 
 
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