• Maia
  • |
  • 31 Jul
  • i Atividades Infanto-Juvenis

DoNoDoNaDa

Varazim Teatro

 

Donodonada é um espectáculo destinado ao público infantil e familiar a partir dos 3 anos. É uma parábola sem palavras onde os gestos e os movimentos dos atores não precisam do texto para se fazer entender. A música tem uma importância fundamental, porque acompanha constantemente as ações, enfatiza as intenções e modula as emoções.

Dentro de uma atmosfera lúdica criada a partir de um dispositivo cénico feito de madeira, cartão e papel, os personagens (inspirados no cinema mudo de Charlie Chaplin e Buster Keaton) perdem-se num remoinho de situações divertidas que nos remetem ao mundo em que vivemos para tentar conhecê-lo melhor. Há pessoas que são donas de muito e outras que são donas de nada. Isto está visto que é pura obra do acaso, porque os donos de tudo poderiam ter nascido donos de pouco e ser donos de muito os que nasceram donos de quase nada. Os que nada têm muito querem ter e os que muito possuem mais querem conquistar. O mundo dá voltas, reviravoltas, saltos, cambalhotas e ficamos todos de pernas para o ar. Vamos lá ver se nos entendemos. Se tão rápido a vida passa porque será que a gente passa a vida a querer ter muito quando finalmente não é preciso quase nada? Donodonada revela com humor e ironia que os seres humanos perdem demasiado tempo a lutar para ganhar e esquecem-se completamente que o que é bom mesmo… é brincar. Criação e encenação Gonçalo Guerreiro Interpretação Eduardo Faria, Joana Luna e Joana Soares Criação musical Paulo Lemos Cenografia Gonçalo Guerreiro Figurinos Gonçalo Guerreiro e Joana Soares Desenho de Luz Gonçalo Guerreiro e José Raposo Assistente de Cenografia Hugo Carvalho Confeção de Figurinos Adélia Agra Fotografia José Carlos Marques Vídeo João Rei Lima - www.jworks.pt Formação em Contexto de Trabalho Teresa Pinhão em parceria com a JOBRA Produção Executiva Joana de Sousa


“DoNoDoNaDa” is a performance by the Companhia Certa, directed by Gonçalo Guerreiro, and dedicated to children aged 3 and over and their families. It’s a parable without words in which the gestures and the movement of actors need no text to make themselves understood. Music plays a fundamental role accompanying all the action, pointing out intentions and modulating emotions. Within a leisure ambience based on a wooden, cardboard and paper scenery, characters (inspired by Charlie Chaplin and Buster Keaton’s silent cinema) find themselves lost in a whirlpool of amusing situations that link us back to the world we live in in order to understand it better. Some people have a lot and other have nothing at all. And this happens merely by chance, because the owners of everything could have been born owners of little things and those who were born owners of practically nothing could have been born owners of a lot. Those who have nothing want to have many things and those who have many things want even more. The world whirls about and all of us end up upside down. Let’s try to understand this. If life is so short, why do we spend our life wanting to have a lot, when we really don’t need almost anything? “DoNoDoNaDa” uses humour and irony to show that human beings lose too much time trying to win and completely forget what really matters… to play!

“DoNoDoNaDa” es un espectáculo dedicado al público infantil a partir de los 3 años y sus familias. Se trata de una parábola sin palabras en la que los gestos y los movimientos de los actores no necesitan del texto para hacerse entender. La música es fundamental ya que sigue constantemente las acciones, enfatiza las intenciones y modula las emociones. En una atmosfera lúdica basada en un dispositivo escénico de madera, cartón y papel, los personajes (inspirados en el cine mudo de Charlie Chaplin y Buster Keaton) se pierden en un remolino de situaciones divertidas que nos llevan al mundo en él que vivimos para intentar conocerlo mejor. Hay personas que tienen mucho y otras que no tienen nada. Seguramente que se trata de una casualidad, ya que los dueños de todo podrían haber nacido dueños de poco y podrían ser dueños de mucho los que han nacido dueños de casi nada. Los que nada tienen, mucho quieren tener y los que mucho poseen, más desean conquistar. El mundo se revuelve y todos quedamos patas arriba. A ver se nos entendemos. Si la vida es tan corta, ¿porque la pasamos deseando tener mucho ya que no necesitamos de casi nada? “DoNoDoNaDa” nos muestra con humor e ironía que los seres humanos pierden demasiado tiempo luchando para ganar y se olvidan de lo que es verdaderamente bueno… ¡jugar!

 
 
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