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Sábado, 28 Janeiro 2023
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António Carneiro, O poeta com pincéis
 

i Exposições Temporárias

30 Out a 26 Fev

Matosinhos

António Carneiro, O poeta com pincéis

  • Espinho
  • |
  • 02 a 30 Jul
  • i Exposições Temporárias

EXPOSIÇÃO "HOW FRAGILE WE ARE"

Exposição de Rita Braga Alves

 

Somos frágeis, somos afeto, somos memórias e não somos imortais. O conjunto de trabalhos apresentados refletem sentimentos que eclodiram durante o ano da pandemia. A vontade de mergulhar em paisagens longínquas ou numa simples folha do parque como se de um prado se tratasse. A dureza de alguns a batalhar e a tristeza de tantos a chorar.

A leveza e a fragilidade do papel artesanal que fazem lembrar a nossa pele e a vulnerabilidade da carne. As memórias cravadas que nos guiam, se transformam e moldam quem somos. São pequenos trabalhos que, como âncoras, nos permitem aceitar essa nossa condição e lembrar que estamos no aqui e agora, a valorizar o presente. Nascida no Porto em 1982, Rita Braga Alves desde a infância percebeu o conforto no meio de cores, traços e tintas. Formada em Arquitetura, pela Universidade do Porto em 2006, foi rumo ao Rio de Janeiro para iniciar a sua carreira como arquiteta. Trabalhou em cenografia nos estúdios da Globo Produções, atividade essa que relaciona a arquitetura com a arte e a performance. Ainda no Brasil, em 2009, fez o curso de Artes Livres na renomada Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Atualmente reside em Vila Nova de Gaia, onde coordena o seu gabinete de arquitetura sem descurar a sua expressão artística individual.

We are fragile, we are affection, we are memories and we are not immortal. These works reflect feelings that erupted during the year of the pandemic. The will to plunge into distant landscapes or a simple leaf in the park as if it were a meadow. The hardness of some battling and the sadness of so many crying. The lightness and fragility of handmade paper that reminds us of our skin and the vulnerability of the flesh. The sewn memories that guide us, transform us and shape us. These small works, like anchors, allow us to accept this condition of ours and remember that we are here and now, valuing the present.

Somos frágiles, somos afectos, somos recuerdos y no somos inmortales. Las obras presentadas reflejan los sentimientos que brotaron durante el año de la pandemia. La voluntad de sumergirse en paisajes lejanos o en una simple hoja del parque como si fuera un prado. La dureza de algunos luchando y la tristeza de tantos llorando. La ligereza y la fragilidad del papel hecho a mano que nos recuerda nuestra piel y la vulnerabilidad de la carne. Los recuerdos cosidos que nos guían, transforman y dan forma a lo que somos. Son pequeñas obras que, como anclas, nos permiten aceptar esta nuestra condición y recordar que estamos aquí y ahora, valorando el presente.

 
 
Exposição de Rita Braga Alves
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