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François Passerini

Falaise

Camille Decourtye & Blai Mateu Trias / Baro D'Evel

 
Transmissão online tmp.bol.pt/live (disponível para visualização durante 24h, a partir das 18.00h de dia 24)

Na escuridão das cavernas, o som funcionava como um compasso para a humanidade. Eram necessários gritos para indicar o caminho. Eram necessárias canções para iluminar a escuridão. Também aqui humanos e animais gritam, procuram, tateiam. Avançam o melhor que podem no túnel dos tempos. É a base da parede ou o topo do mundo? A vida aqui morre ou renasce? Caem e erguem-se com a mesma clareza, a mesma inocência, a mesma insistência. Querem sobreviver. A qualquer custo. São um rebanho. São uma multidão. Quase uma família.

A companhia BARO D'EVEL é dirigida por Camille Decourtye e Blaï Mateu Trias. O que os motiva e desafia é colocarem-se em perigo artisticamente, buscarem uma forma de arte total. Procuram cruzamentos e encontros ao mesmo tempo que têm como objetivo a excelência em cada disciplina. É um trabalho árduo e diário que mistura movimento, acrobacia, voz, música e matéria.   Autoria e encenação Camille Decourtye, Blaï Mateu Trias Em palco Noëmie Bouissou, Camille Decourtye, Claire Lamothe, Blaï Mateu Trias, Oriol Pla, Julian Sicard, Marti Soler, Guillermo Weickert, um cavalo e pombos a horse and pigeons Assistência de encenação María Muñoz – Pep Ramis / Mal Pelo Apoio à dramaturgia Barbara Métais-Chastanier Cenografia Lluc Castells Assistente de cenografia Mercè Lucchetti Colaboração musical e criação sonora Fred Bühl Desenho de luz Adèle Grépinet Figurinos Céline Sathal Tratador de animal Francis Tabouret Música gravada Joel Bardolet Direção Técnica  Cyril Monteil, Cédric Bréjoux Direção de cena Flavien Renaudon/ Mathieu Miorin Direção de som  Fred Bühl / Rodolphe Moreira Adereços Lydie Tarragon Produção  Baro d’evel Beneficiário do projeto de cooperação transfronteiriça PYRENART, no âmbito do programa V-A Spain-France-Andorra programme POCTEFA 2014-2020 – European Regional Development Fund (ERDF). Com a ajuda de CIRCa, PNC, Auch, Gers, Occitania, ThéâtredelaCité - CDN Toulouse Occitania, La Brèche, pôle national cirque in Cherbourg, Les Pronomade(s) in Haute-Garonne, CNAR, Le Théâtre de Lorient and L’animal a l’esquena in Celrà. Apoio DGCA, Ministry of Culture and Communication, the Haute-Garonne County Council, the Generalitat de Catalunya, Institut Català de les Empreses Culturals and the City of Toulouse. Apoio financeiro Ministry of Culture and Communication – Regional Directorate of Cultural Affairs of Occitania / Pyrenees – Mediterranean and the Region Occitania / Pyrenees – Mediterranean Coprodução GREC 2019 festival de Barcelona, Teatre Lliure de Barcelone, Théâtre Garonne - scène européenne, Malraux - scène nationale Chambéry Savoie, ThéâtredelaCité – CDN Toulouse Occitanie, Pronomade(s) en Haute-Garonne, CNAR, L’Archipel, scène nationale de Perpignan, MC93 – Maison de la Culture de Seine-Saint-Denis, CIRCa - Pôle National Cirque, Auch Gers Occitanie, Le Grand T, théâtre de Loire-Atlantique, le Parvis, scène nationale Tarbes-Pyrénées, Les Halles de Schaerbeek - Bruxelles, L’Estive, scène nationale de Foix et de l’Ariège, Cirque Jules Verne - Pôle National Cirque, Amiens, Scène nationale d’Albi in the scope of the support from FONDOC, Bonlieu - scène nationale d’Annecy, La Comunidad de Madrid (Teatros del Canal), Le domaine d’O (Montpellier 3M), Houdremont - scène conventionnée de la Courneuve, 2 Pôles Cirque en Normandie - La Brèche à Cherbourg / Cirque-Théâtre d’Elbeuf


In the darkness of the caves, sound was like a compass for mankind. Screams were needed to lead the way. Songs were needed to brighten the darkness. Here too, humans and animals scream, search, grope. They move forward as best as they can in the tunnel of times. Is it the foot of the wall or the top of the world? Does life die here or is it reborn? They fall and rise with the same clarity, the same innocence, the same insistence. They want to pull through. No matter the cost. They’re a flock. They’re a crowd. Almost a family. And, in the gaps left by a world in ruins, they invent something new. Another end of the world is possible – it has even begun.
The BARO D'EVEL company is directed by Camille Decourtye and Blaï Mateu Trias. Their driving challenges are to put themselves in danger artistically, to seek a total form of art. They strive for crossroads and encounters while seeking excellence in each discipline.

Online transmission tmp.bol.pt/live (available for 24 hours from 24/01 at 18:00)


En la oscuridad de las cuevas, el sonido funcionaba como un compás para la humanidad. Eran necesarios gritos para indicar el camino. Eran necesarias canciones para iluminar la oscuridad. Aquí los humanos y los animales también gritan, buscan, tantean. Avanzan lo mejor que pueden en el túnel de los tiempos. ¿Es la base de la pared o la cumbre del mundo? ¿La vida muere o renace aquí? Caen y se levantan con la misma clareza, la misma inocencia, la misma insistencia. Quieren sobrevivir. A toda costa. Son un rebaño. Son una multitud. Casi una familia.
La compañía BARO D’EVEL es dirigida por Camille Decourtye y Blaï Mateu Trias. Lo que les motiva y desafía es colocarse en peligro artísticamente, buscar a una forma de arte total. Buscan cruces y encuentros al mismo tiempo que tienen el objetivo de la excelencia en cada disciplina. Es un trabajo arduo y diario que mezcla movimiento, acrobacia, voz, música y materia.

Transmisión online tmp.bol.pt/live (disponible 24 horas desde el 24/01 a las 18:00)

 
 
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