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©Bad Translation e Fimp

Festival Internacional de Marionetas do Porto 2020 - Bad Translation

Fimp'20- Bad translation- Cris Blanco

 
Concebido por Cris Blanco Performers /Cocriadores Amaranta Velarde, Javi Cruz, Cris Celada, Cris Blanco e Óscar Bueno Rodríguez. Coprodução: Mercat de les Flors/ El Graner, La Casa Encendida, Las Naves e CAET- Centre d’arts escèniques de Terrassa.

Bad Translation é uma batalha em que o analógico vence o digital.

A ideia por trás de Bad Translation é a tradução do digital para analógico. O digital “feito à mão”, trazido para a vida real em cartão, plástico e tela, numa tentativa desesperada de o tornar tangível.
Como expoente máximo do digital, no nosso dia-a-dia, escolhemos recriar em cena um computador Mac, acionando todas as suas funcionalidades e mecanismos em direto. Os cinco performers em cena convertem-se em operadores do sistema informático e o cenário converte-se num computador analógico. Assim, o papel de parede do computador é uma cortina de teatro, as pastas são feitas de cartão e as luzes do teatro transformam-se no brilho do monitor do computador.
Descodificamos o digital operando o computador através de coreografias em cena e voltamos a codificar o resultado em digital, num ecrã.


The idea behind Bad Translation is to translate the digital world into the analogue universe. “Handmade” digital culture brought into everyday life in cardboard, plastic and fabric in a desperate attempt to make it tangible.
We have chosen a Mac computer – the maximum exponent of the digital world in our everyday life – to be recreated manually on stage, with the live activation of all the computer’s functions and mechanisms. The 5 performers on stage become operators of the computer system and the stage is transformed into an analogue computer: the Mac desktop is a decorated theatre curtain, the folders are made of cardboard and the theatre lights are the brightness of the screen.
We decode the digital functions as we operate the computer through choreographies on the stage, and then recode the results in digital form on a screen.

Conceived by Cris Blanco
Performers /Co-creators Amaranta Velarde, Javi Cruz, Cris Celada, Cris Blanco and Óscar Bueno Rodríguez
Co-production: Mercat de les Flors/ El Graner, La Casa Encendida, Las Naves and CAET- Centre d’arts escèniques de Terrassa.


La ideia por detrás de Bad Translation es la de la traducción del digital al analógico. El digital “hecho a mano”, traído hacia la vida real en cartón, plástico y tela, intentando desesperadamente hacerlo tangible.
Como exponente máximo del digital, en nuestro cuotidiano, elegimos recrear en el escenario un ordenador Mac, accionando todas sus funcionalidades y mecanismos en directo. Los cinco performers se convierten en operadores del sistema informático y el escenario se convierte en un ordenador analógico, así que el papel de pared del ordenador es una cortina de teatro, las carpetas son de cartón y las luces del teatro se transforman en el brillo de la pantalla.
Descodificamos el digital operando el ordenador a través de coreografías y volvemos a codificar el resultado en digital, en una pantalla.

Concebido por Cris Blanco
Performers /Cocreadores Amaranta Velarde, Javi Cruz, Cris Celada, Cris Blancoy Óscar Bueno Rodríguez
Coproducción: Mercat de les Flors/ El Graner, La Casa Encendida, Las Naves y CAET- Centre d’arts escèniques de Terrassa

 
 
Fimp'20- Bad translation- Cris Blanco
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