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Quinta-feira, 22 Outubro 2020
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30 Out

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Steve Reich: Music For 18 Musicians

  • Porto
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  • 17 a 18 Out
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©MiguelF e Fimp

Festival Internacional de Marionetas do Porto 2020 - Fibra

Fimp'20- Fibra- Filipe Moreira e Lola Sousa

 
Conceção plástica Lola Sousa Interpretação Filipe Moreira Olhar exterior e apoio coreográfico Aldara Bizarro Apoio na conceção plástica e construção Nuno Encarnação Coprodução- Festival Internacional de Marionetas do Porto, Teatro Municipal do Porto e Comédias do Minho

O que é visível assume uma dança de inúmeras identidades.

Fibra é o Projeto Vencedor da Bolsa de Criação Isabel Alves Costa

FIBRA tem como génese as potencialidades plásticas do figurino, assumindo-o como o protagonista e ponto de partida para a criação cénica. A epiderme roupa-corpo surge como suporte para explorar a ambiguidade e a beleza das emoções humanas, associada à ideia de deformidade e metamorfose.
A partir das limitações e adaptações entre a peça vestível e um corpo, encontram-se pretextos para pensar o belo e o feio numa relação simbiótica que tem como inquietação inerente, uma comunicação sensorial mais ativa entre a matéria, o artista e o espectador.
Ao vestir o invólucro têxtil, o intérprete entra em isolamento com o exterior. Os cheiros, os sons e o toque ficam aguçados e, ao mesmo tempo, concentrados, sendo dominados. O que é visível assume uma dança de inúmeras identidades.


FIBRA (FIBER) is based on the plastic potential of the costume, giving it the leading role and making it the centre for the theatrical creation. The skin costume-body becomes the means to explore ambiguity and the beauty of human emotion, combined with the idea of deformity and metamorphosis.
The limitations of adapting a garment into a body become the pretext to contemplate the beautiful and the ugly in a symbiotic relationship that has as its underlying anguish and active communication of the senses between the matter, the artist and the viewer.
Donning the fabric wrap the performer becomes isolated from the outside. The smell, sound and sense of touch become sharp and, at the same time, concentrated, becoming dominated. What is visible takes up a dance of uncountable identities.

Plastic art: Lola Sousa
Performer: Filipe Moreira
Music and sound effects João Ricardo
Outward looking and support to the choreography: Aldara Bizarro
Support and construction of stage art Nuno Encarnação
Technical support Nuno Encarnação
Co-production: Festival Internacional de Marionetas do Porto, Teatro Municipal do Porto and Comédias do Minho


Proyecto vencedor de la Beca de Creación Isabel Alves Costa, en la génesis de “Fibra” están las potencialidades plásticas del vestuario de escena, asumiéndolo como el protagonista y punto de partida para la creación escénica. La epidermis ropa-cuerpo surge como soporte para explorar la ambigüedad y la belleza de las emociones humanas, asociada a la idea de deformidad y metamorfosis.
A partir de las limitaciones y adaptaciones entre la pieza que se puede vestir y un cuerpo, se encuentran pretextos para pensar el bello y el feo en una relación simbiótica que tiene como inquietud inherente una comunicación sensorial más activa entre la materia, el artista y el espectador. Al vestir el involucro textil, el intérprete entra en aislamiento hacia al exterior. Los olores, los sonidos y el toque se aguzan y, al mismo tiempo, se concentran, siendo dominados. Lo que es visible asume una danza de inúmeras identidades.

Concepción plástica: Lola Sousa
Interpretación: Filipe Moreira
Mirada exterior y apoyo coreográfico: Aldara Bizarro
Apoyo a la concepción plástica ya a la construcción: Nuno Encarnação
Coproducción- Festival Internacional de Marionetas do Porto, Teatro Municipal do Porto y Comédias do Minho

 
 
Fimp'20- Fibra- Filipe Moreira e Lola Sousa
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