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Quarta-feira, 25 Novembro 2020
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FIME - Festival Internacional de Música de Espinho
 

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25 Set a 06 Dez

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FIME - Festival Internacional de Música de Espinho

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FIME - Festival Internacional de Música de Espinho

 

Javier Perianes, Orquestra Clássica de Espinho, Le Poème Harmonique - Vincent Dumestre, China Moses, Orquestra de Jazz de Espinho, Drumming GP, Jan Garbarek, Trilok Gurtu, Théo Ceccaldi, Roberto Negro e Le Banquet Céleste vão pisar os palcos da 46.ª edição do Festival Internacional de Música de Espinho, que tem inicio no próximo dia 25 de setembro.

A data do Festival Internacional de Música de Espinho (FIME) foi reagendada e chega pela primeira vez no outono, dada a situação epidemiológica do novo Coronavírus - Covid19, mas com uma vasta oferta cultural diversificada e abrangente. O Festival Internacional de Música de Espinho (FIME) é um dos primeiros festivais de música clássica/erudita em Portugal, tendo realizado a sua primeira edição em 1964. Considerado um dos Festivais de referência do género em Portugal, o FIME apresenta uma programação que corresponde à estrutura que foi consolidando ao longo de décadas, onde pontuam alguns dos princípios fundamentais do Festival em termos artísticos, nomeadamente, a apresentação de uma programação diversificada, imaginativa e transversal em estilos e épocas, valorizando a apresentação de obras de referência e artistas criteriosamente escolhidos, com carreiras reconhecidas pelas suas interpretações. O Festival consolidou ao longo dos anos uma programação em que a música erudita e o jazz se combinam, cruzando públicos e diversificando a oferta, apresentando concertos a solo, em música de câmara, ensembles diversos e orquestras, abrangendo desde a música barroca à contemporânea, sempre com uma forte aposta em repertórios de exceção e projetos artísticos de projeção internacional. Ao longo das últimas décadas, o FIME apresentou intérpretes de referência a nível internacional.


Javier Perianes, Espinho Classical Orchestra, Le Poème Harmonique – Vicent Dumestre, China Moses, Espinho Jazz Orchestra, Drumming GP, Jan Barbarek, Trilok Gurtu, Théo Ceccaldi, Roberto Negro and Le Banquet Céleste, will be on stage in this  46th edition of the Espinho International Music Festival.
The Espinho International Music Festival (FIME) is one of the first classical music festivals in Portugal, holding its first edition in 1964. Considered a reference of its kind in Portugal, FIME has a programme that reflects a structure that has consolidated over decades, in which some of the fundamental principles of the Festival are represented in artistic terms, namely, the presentation of a diverse, imaginative and transversal programme in terms of styles and periods, placing value on the presentation of reference works and artists carefully chosen, with careers recognized for their performances.
Over the years the Festival has consolidated a programme combining classical music and jazz, crossing audiences and diversifying the offer, presenting solo concerts, chamber music, various ensembles and orchestras, ranging from Baroque to contemporary music, always with a strong commitment to exceptional repertoires and internationally renowned artistic projects.


Javier Perianes, Orquesta Clásica de Espinho, Le Poème Harmonique - Vincent Dumestre, China Moses, Orquesta de Jazz de Espinho, Drumming GP, Jan Garbarek, Trilok Gurtu, Théo Ceccaldi, Roberto Negro y Le Banquet Céleste se subirán al escenario en la 46.ª edición del Festival Internacional de Música de Espinho.
El Festival Internacional de Música de Espinho (FIME) es uno de los primeiros festivales de música clásica/erudita en Portugal y su primera edición tuve lugar en 1964. Considerado uno de los festivales de referencia en su género en Portugal, el FIME presenta una programación que corresponde a la estructura que fue consolidando a lo largo de décadas, basada en algunos de los principios fundamentales del Festival en términos artísticos, como la presentación de una programación diversificada, imaginativa y transversal en estilos y épocas, valorando la presentación de obras de referencia y artistas criteriosamente elegidos, con carreras reconocidas por sus interpretaciones. La programación combina la música erudita y el jazz, cruzando públicos y diversificando la oferta, presentando conciertos a solo, en música de cámara, ensembles diversos y orquestas, abarcando desde la música barroca a la contemporánea, siempre eligiendo repertorios de excepción y proyectos artísticos de proyección internacional.

 
 
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