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Last

 
De São Castro e António M Cabrita Música ao vivo pelo Quarteto de Cordas de Matosinhos Produção: Companhia Paulo Ribeiro Duração aproximada 65 minutos M/6

Colocar em paralelo a música e o corpo – com todo o seu movimento – torna difícil imaginar se será a dança a revelar as características intrínsecas da música, como se a traduzisse; ou a música que enaltece os movimentos do corpo e o dirige numa gestualidade musical.

Tal como os antepassados acreditavam, a música torna os sentimentos visíveis, os movimentos reais: ouvimos a música, criamos a dança. Enaltecemos esta relação eterna e inevitável, mantendo a sua individualidade. Last encerra em si a polaridade entre fim e continuação, tanto num sentido de ser último ou última, como na sua forma verbal de algo que perdura (to last). No ano da celebração dos 250 anos do nascimento de Beethoven, a obra musical The Late String Quartets, é o principal condutor da coreografia. Escolha ditada pela sua complexidade, pela ousadia, pelos contrastes, pela poética, pela lógica da composição exposta por um homem irascível e imerso em surdez. Esta relação entre o corpo humano e a música, torna-se ainda mais literal e visível com a interpretação ao vivo do Quarteto de Cordas de Matosinhos.


By São Castro and António M Cabrita
Live Music by the Quarteto de Cordas de Matosinhos (Matosinhos String Quartet)
Production: Companhia Paulo Ribeiro
Approximate duration: 65 minutes People aged over 6
Paralleling music and body – with all its movement – makes it difficult to figure out if it is dance that reveals music’s intrinsic characteristics, as if it was translating it, or if it is music that praises the movements of the body, conducting it over musical gesturing. As our ancestors believed, music reveals feelings, the real movements: we listen to music, we create the dance. We praise this eternal and inevitable relation, keeping its individuality. “Last” holds in itself the polarity between end and continuation, both in a sense of being the last, and in its verbal form of something that goes on (to last). On the year celebrating Beethoven’s 250th birthday, the musical piece “The Late String Quartets” is the choreography’s main conductor, a selection demanded by its complexity,  boldness, contrasts, poetics, the logic of the composition exposed by an irascible man, steeped in deafness. This relation between the human body and music becomes even more literal and visible with the live interpretation of the Matosinhos String Quartet.


De São Castro y António M Cabrita
Música en vivo por el Quarteto de Cordas de Matosinhos (Cuarteto de Cuerda de Matosinhos)
Producción: Companhia Paulo Ribeiro
Duración aproximada: 65 minutos  Mayores de 6 años
Poner en paralelo la música y el cuerpo – con todo su movimiento – hace difícil imaginar si es la danza que revela las características intrínsecas de la música, como si la tradujera, o si es la música que ensalza los movimientos del cuerpo y lo dirige en una gestualidad musical. Como nuestros antepasados creían, la música hace visibles los sentimientos, los movimientos reales: oímos la música, creamos la danza. Ensalzamos esta relación eterna e inevitable, manteniendo su individualidad. “Last” tiene en sí mismo la polaridad entre fin y continuidad, ya sea en el sentido de ser el último o la última, o en su forma verbal de algo que perdura (to last). En el año de la celebración de los 250 años del nacimiento de Beethoven, la obra musical “The Late String Quartets” es el principal conductor de la coreografía. Elección dictada por su complexidad, osadía, contrastes, poética, lógica de la composición expuesta por un hombre irascible e inmerso en sordera. Esta relación entre el cuerpo humano y la música queda aún más literal y visible tras la interpretación en vivo del Cuarteto de Cuerda de Matosinhos.  

 
 
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