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sexta-feira, 27 Maio 2022
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Território V

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Jean-Luc Beaujault

Phia Ménard / Cie Non Nova

Saison Séche

 

Estou à procura de matéria, matéria indomável... Com Saison Sèche, quis trabalhar a ondulação e o suor, fenómenos que me pareceram estar ligados ao ritual. Assim, resolvi concentrar-me em fenómenos envolvendo terramotos, estremecimentos, terra, chão, paredes, tetos, oscilação de luz e vibração de som e finalmente a suavização de sólidos, culminando na desagregação da matéria, como deslizamentos de lama a escorrer pela crosta terrestre.

  Composição e dramaturgia Phia Ménard, Jean-Luc Beaujault Cenografia Phia Ménard Elenco (criação e interpretação) Marion Blondeau, Anna Gaïotti, Elise Legros, Phia Ménard, Marlène Rostaing, Santana Susnja, Jeanne Vallauri, Amandine Vandroth Banda sonora Ivan Roussel Direção de som (alternadamente) Ivan Roussel, Mateo Provost Desenho de luz Laïs Foulc Direção técnica de criação Olivier Tessier Direção técnica de criação Benoît Desnos Técnicos de palco (alternadamente) Benoît Desnos, Mateo Provost, Rodolphe Thibaud, Ludovic Losquin Figurinos e adereços Fabrice Ilia Leroy Construção de cenário e figurinos Philippe Ragot Fotografia Jean-Luc Beaujault Codireção, gestão e produção Claire Massonnet Direção técnica Olivier Gicquiaud Assistência de produção Clarisse Mérot Comunicação Adrien Poulard Produção Compagnie Non Nova Residências e coprodução Espace Malraux, Scène Nationale de Chambéry et de la Savoie, TNB, Centre Européen Théâtral et Chorégraphique de Rennes. co-production Festival d’Avignon, La Criée -Théâtre national de Marseille, Théâtre des Quatre Saisons, Scène conventionnée Musique(s) –Gradignan (33), le Grand T, Théâtre de Loire-Atlantique à Nantes, la MC93, maison de la culture de Seine-Saint-Denis,Bobigny et le Théâtre de la Ville -Paris, Bonlieu, Scène nationale d’Annecy, TANDEM Scène nationale –Arras et Douai, le Théâtre d’Orléans, Scène Nationale  A companhia Non Nova é financiada pelo Ministério da Cultura e Comunicação de França –Direção Regional dos Assuntos Culturais do Pays de la Loire, Município de Nantes, Conselho Regional do Pays de la Loire, Conselho Departamental de Loire-Atlantique, Institut Français (o organismo internacional de relações culturais de França) e Fundação BNP Paribas. A companhia está sediada em Nantes.  Foi enquanto andava em digressão por regiões vulcânicas, em particular na Ilha da Reunião e na Indonésia, que comecei a observar a matéria mineral em movimento de vulcões e tremores de terra com um misto de fascínio e medo. Claro que não seria capaz de reproduzir uma tal manifestação em palco, mas queria evocar a antecipação de tensão e o medo causados por esses fenómenos invisíveis.    O espaço do palco é uma caixa formada por três paredes, um teto e um chão inclinado, tudo pintado de um branco vivo e imaculado. A caixa é uma máquina com um teto cuja altura varia de acordo com cada cena. As paredes sólidas são feitas de cartão canelado espesso e resistente. Expostas a estremecimentos mecânicos e à injeção de água colorida, abrem brechas, deformam-se e distorcem-se à medida que o ritual avança. O cartão, que é muito resistente quando está seco, amolece com a humidade, permitindo que um líquido viscoso e preto atravesse as paredes. À medida que o ritual ganha forma, as paredes sangram e sangram até se desintegrarem e desmoronarem. – Phia Ménard A companhia foi fundada em 1998 por Phia Ménard com o intuito de abordar o malabarismo de outra perspetiva, a partir da estrutura cénica e dramatúrgica de cada peça. O princípio fundador da companhia é non nova, sed nove (nada de novo, mas de forma diferente). Os muitos projetos multidisciplinares da companhia juntaram artistas, técnicos, pensadores de vários horizontes com experiências diversas. Não é um coletivo, mas uma equipa profissional, com Phia Ménard responsável pela direção artística. Até à data, os vários projetos da companhia Non Nova foram apresentados na África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Benim, Brasil, Brunei, Burquina Faso, Burundi, Cabo Verde, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Croácia, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Equador, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos da américa, Federação Russa, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Haiti, Honguecongue, Hungria, Iémen, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Jordânia, Kosovo, Líbano, Madagáscar, Mali, Maurícia, México, Namíbia, Níger, Nigéria, Senegal, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Togo e Uruguai.  

I am searching for matter, untameable matter... With SAISON SÈCHE, I wanted to work on undulation and sweat, phenomena which seemed to me to be linked to ritual. So I decided to focus on phenomena involving quakes, tremors, earth, ground, walls, ceilings, light oscillation and sound vibration, and ultimately the softening of solids, culminating in the rupture of matter, like mudslides oozing out of the terrestrial crust. It was whilst touring shows in volcanic regions, notably in Reunion Island and Indonesia, that I began to observe the moving mineral matter of volcanos and earthquakes, with both fascination and fear. Of course, I would not be able to reproduce such an event onstage, but I wanted to evoke the tense anticipation and the fear provoked by these invisible phenomena.
The stage space is a box composed of three walls, a ceiling and a sloping floor, all painted in bright, immaculate white. This box is a machine, with a ceiling that varies in height according to each scene. The solid walls are made of thick, resistant, corrugated cardboard. Exposed to mechanical tremors and the injection of coloured water, they crack and become deformed and distorted as the ritual goes on. The cardboard, which is very resistant when it is dry, becomes soft when humidified, letting viscous, black liquid seep through the walls. As the ritual takes form, the walls bleed and bleed, until they disintegrate and fall apart. — Phia Ménard
Source and +Info: www.teatromunicipaldoporto.pt

Estoy buscando materia, materia indomable… Con “Saison Sèche”, quise trabajar la ondulación y el sudor, fenómenos que me parecieron conectados al ritual. Por eso, me concentré en fenómenos envolviendo terremotos, estremecimientos, tierra, suelo, paredes, techos, oscilación de luz y vibración de sonido y finalmente la suavización de sólidos, culminando en la desagregación de la materia, como deslizamientos de lodo escurriendo en la corteza terrestre. Durante una digresión por regiones volcánicas, sobre todo Isla de Reunión e Indonesia, empecé a observar materia mineral en movimiento de volcanes y tremores de tierra con un mixto de asombro y miedo. Seguro que no sería capaz de reproducir esas manifestaciones en el escenario, pero me gustaría evocar la anticipación de la tensión y el miedo causados por esos fenómenos invisibles. El espacio del escenario es una caja formada por tres paredes, un techo y un suelo inclinado, todo pintado de blanco vivo e inmaculado. La caja es una máquina con un techo cuya altura varía conforme cada escena. Las paredes sólidas están hechas de cartón corrugado grueso y resistente. Expuestas a estremecimientos mecánicos y a la inyección de agua colorida, abren brechas, se deforman y distorsionan a la medida que avanza el ritual. El cartón, muy resistente cuando seco, ablanda con la humidad, permitiendo que un líquido viscoso y negro atraviese las paredes. Mientras el ritual avanza, las paredes sangran y sangran hasta desintegrarse y desmoronarse. - Phia Ménard
+Info: www.teatromunicipaldoporto.pt   

 
 
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