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Quarta-feira, 23 Maio 2018
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Interpretação do Foral de Gaia – Exposição coletiva Artistas de Gaia
 

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Interpretação do Foral de Gaia – Exposição coletiva Artistas de Gaia

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Sequestros de Luz

 

(...)O singelo e o individual do ser humano que nos deslumbra e nos desperta o enorme desejo de estar bem ali, no lugar daquela pessoa fotografada ou de estar no local onde o fotógrafo captou uma imagem, são traços que nos preocuparam. Dar vida aos objectos inanimados, realçar paisagens, sublinhar padrões e texturas originais, névoas ou chuva, pode criar através dos olhos, um descanso silencioso, um remover de distracções para o espectador se sentir sozinho e ver além da imagem. Este é o fim pretendido pelos autores.(...) Matias Serra

  "Sequestros de luz"   Em 2016, a Deloitte calcula que foram compartilhadas 2,5 biliões de fotografias e 90% delas foram de smartphones.   As "selfies", o movimento, o estilo ousado e colorido emergiram, proporcionando um efeito de narração  das pequenas histórias do cidadão comum, fazendo-lhe crer que o seu compartilhamento num público, os tornava mais integrados no colectivo e, por isso, menos isolados.   As imagens efémeras dos compartilhamentos requerem emoções, falhas cómicas, a  rudeza da vida de pessoas reais, ou interacção. São fotos que contêm historias e chamam a atenção a consumidores de instantes. Também os vídeos explodem de popularidade passando a ser contínuas capturas de vida.   Essa faceta da imagem fotográfica é de facto valiosa e tem um papel relevante.   Não é contudo esse o fim desta exposição.   Uma exposição é um local de abrandamento de ritmos, de pausa, de serenidade e de convite ao intimismo.   O singelo e o individual do ser humano que nos deslumbra e nos desperta o enorme desejo de estar bem ali, no lugar daquela pessoa fotografada ou de estar no local onde o fotógrafo captou uma imagem, são traços que nos preocuparam.    Dar vida aos objectos inanimados, realçar paisagens, sublinhar padrões e texturas originais, névoas ou chuva, pode criar através dos olhos, um descanso silencioso, um remover de distracções para o espectador se sentir sozinho e ver além da imagem. Este é o fim pretendido pelos autores.   Muito dizer com pouco, numa mistura de cores, cinzentos e cores fortes, realçando geometrias, para usar a simplicidade da cor e da forma, do detalhe, ou mesmo da sua ausência, para dar uma mensagem individualmente interpretável.   O horizonte, as janelas sobre o mesmo, separando o intimismo do que nos rodeia mas condiciona, estabelece um caminho interior solitário destinado a uma convergência de emoções.   Se alguns fotógrafos tentaram fazer fotos grandiosas, recorrendo ao uso de artifícios impressionantes para nos sensibilizar, nestas fotos é, repete-se, o singelo e o individual que pretende deslumbrar.       Matias Serra  

 
 
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