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Cenário para a representação da peça "O Ego da Cómoda" - uma farsa para três personagens

Um Objeto e Seus Discursos por Semana

 
Participação gratuita mas limitada à lotação indicada para cada sessão. Garanta o seu lugar, levantando semanalmente bilhete (máximo dois por pessoa) em www.bilheteiraonline.pt ou nos locais habituais. Limite de participantes: 60. Mais informações: patrimoniocultural@cm-porto.pt | (+351) 223 393 480

A Fábrica Rio Vizela, uma das maiores fábricas têxteis da Europa no início do século XX, foi a fonte de financiamento que permitiu ao seu proprietário, o Conde de Vizela, encomendar e construir a Casa de Serralves, entre o início dos anos 1930 e os primeiros anos da década seguinte. Em 2009, para a sua primeira exposição individual em Serralves, “Teoria da Fala”, o artista Pedro Barateiro (Almada, 1979) decidiu investigar as relações entre a “casa cor-de-rosa”, os seus requintes arquitetónicos e decorativos, e as histórias absolutamente interrelacionadas da art déco, do capitalismo e do colonialismo. A conversa sobre uma das obras criadas especificamente para aquela mostra, e que integra a coleção de Serralves – Cenário para a representação da peça “O Ego da Cómoda – uma farsa para três personagens – permitirá uma fascinante viagem pela história do século passado e, em ano de celebração dos 30 anos da Fundação, dos 20 anos do Museu e dos 10 anos daquela exposição, pela própria história da instituição. A conversa moderada por Ricardo Nicolau (curador e adjunto do diretor do Museu de Arte Contemporânea de Serralves) terá como participantes dois artistas, o próprio Pedro Barateiro e Ana Jotta.

 
 
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