• Porto
  • |
  • 23 Abr a 01 Jul
  • i Festivais

VAGA

Mostra de Artes e Ideias

 
Todos os espetáculos e datas em ace-tb/vaga/

A primeira edição da VAGA Mostra de Artes e Ideias acontecerá entre abril e julho de 2016, sempre aos fins-de-semana. Esta mostra, que celebra os 25 anos da ACE Escola de Artes, abrirá as portas do Palácio do Bolhão para a apresentação do trabalho de antigos alunos, agora profissionais das mais diversas áreas espalhados pelo país e pelo mundo. Com curadoria a cargo de António Júlio, a mostra trará a diferentes espaços do Palácio do Bolhão espetáculos de teatro, concertos, performances, exposições, instalações, debates e cinema.

Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:8.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:107%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;} A Menina é Má | Teatro 6 e 7 de maio, no Salão nobre sexta às 21:30; sábado às 23:00 A Menina é Má reencontra, a partir de um excerto da obra Os Meus Sentimentos, de Dulce Maria Cardoso, a figura do anti­herói no feminino. Neste monólogo, a protagonista desdobra-se e recria a seu belo prazer um universo próprio, amargo e quotidiano, mas pautado por muito sentido de humor. Intimista e envolvente, adaptável e móvel, A Menina é Má vai ao encontro da linha performativa desenvolvida pelo Colectivo Sophiemarie.   Conceção e Criação SOPHIE PINTO e VANDA CEREJO Apoio à Criação FILIPA LEÃO e TIAGO BÔTO Interpretação VANDA CEREJO Desenho de luz GONÇALO ALEGRIA   Maiores de 12 Duração aproximada: 60’   As Coisas pelos Nomes | Teatro 6 e 7 de maio sexta, às 23:00; sábado, às 21:30   Queríamos falar sobre nem sempre termos voz. Queríamos falar sobre pessoas. Queríamos falar sobre pessoas da nossa família. Sobre coisas que nos lembramos. Sobre a nossa memória. Sobre a nossa memória de atores e a nossa memória de pessoas. Também queríamos falar sobre o que nos esquecemos. Neste espetáculo, tudo pode correr mal. Mas, afinal, somos jovens e temos uma vida pela frente. Temos vinte anos e achamos que vamos salvar o mundo.  Então, isto é sobre dois atores, jovens, que querem falar. E porque eles sabem o ​que querem dizer, querem falar das coisas pelos seus nomes.   Dramaturgia e Conceção do projeto SARA BARROS LEITÃO Direção de atores e Apoio à dramaturgia DANIEL MACEDO PINTO Interpretação e Contributo à dramaturgia DIANA BARNABÉ e PAULO FREITAS Produção MAFALDA LEAL MOURA Sonoplastia e Operação LUÍS VIEIRA Desenho de luz EDUARDO POUSA Conceção plástica ANDRÉ SANTOS e MAFALDA LEAL MOURA Design e Comunicação ANDRÉ SANTOS Fotografia e Vídeo de cena MAFALDA LEAL MOURA Uma produção CARRUAGEM - Tráfego de Ideias   Duração aproximada: 75’ Maiores de 12 ­­­­­­­­­­­­­ Ciclo Filmes com Teatro | Cinema 7 e 14 de maio, na Sala de Ensaio, às 15:00   7 de maio | O Nada Desconcertante, de Patrícia Poção, sobre o Teatro Meridional Comédias do Minho, de Paulo Menezes, sobre as Comédias do Minho 14 de maio| Ilusão, de Sofia Marques, sobre o Teatro da Cornucópia Vidal Valente, Quanto Importa ser Leal, de Gonçalo Amorim e Maria Joana Figueiredo, sobre o Teatro Experimental do Porto     Desabafos do Henrique Cimento |Teatro 13 e 14 de maio, no Salão Nobre, às 23:00   Desabafos do Henrique Cimento (2012) é o texto de estreia de Ismael Calliano no universo público da escrita. É um texto de cariz naturalista que visa a aproximação, e respetiva identificação, com o público que assiste à representação. Uma espécie de monólogo que se vem a descobrir como diálogo. É representado por apenas um ator que atinge diferentes estados emocionais. Desde a felicidade da sua existência à revolta da mesma. Aponta o dedo a cada um dos espectadores, pensando apenas num. Expõe pedaços da vida da sua persona, procurando um coletivo num espelho individual. Olha constantemente para o seu espelho, e aborda aquele reflexo que ali está a olhar para ele, que não desvia o olhar envergonhado porque tem vergonha de o desviar. Representa uma valsa popular, e um desejo de revolução, dentro da juventude de cada um, independente da idade cardinal.   Conceção MADAFAKA CONCEPT Texto e encenação ISMAEL CALLIANO Interpretação TIAGO ARAÚJO Execução Musical ANDRÉ MARTINS Produção ISMAEL CALLIANO e BEATRIZ FRUTUOSO   Maiores de 12 Duração aproximada: 60’     Toyboat 2.0, Wagner Borges e Tiago Bôto | Teatro ESTREIA 20 e 21 de maio, no Salão Nobre Sexta às 23:00 e sábado às 19:00   Há um sonho partilhado por dois homens, dois anti-heróis, que procuram esquecer a memória. Há uma preocupação puritana. E uma mulher. E o medo. A fuga ou a vontade de ficar. Sabe-se que mesmo antes da queda, já se encontrou rendição. Um jogo difícil. Ninguém possui regras. Só consequências. Eles recriam um universo próprio, um ambiente de mistério, uma armadilha onde nada é e tudo existe. Melhor reinar no Inferno do que obedecer no Céu.   O espetáculo TOYBOAT surge, numa primeira versão, inserido na sequência do concurso QUATRO QUATROS - Mostra de Teatro de Curta Duração, 2015 promovido pela Escola de Mulheres em parceria com a Delfos – Núcleo de Intervenção Cultural, com o mote de escrita de um texto a partir de uma cenografia pré-existente, com a duração máxima de 15 minutos. Sentimos desde sempre a vontade de re-trabalhar este bloco de 15 minutos, primeiramente criado num contexto de um mote muito específico, dando-nos assim a possibilidade de abertura a novas linhas dramatúrgicas para a construção de um espetáculo de longa duração. A participação na VAGA, é assim, para nós, a oportunidade necessária para a concretização dessa vontade. Eis a versão 2.0. Tiago Bôto e Wagner Borges     Criação e Interpretação TIAGO BÔTO e WAGNER BORGES Dramaturgia TIAGO BÔTO e WAGNER BORGES, a partir de textos de vários autores Participação em Vídeo FILIPA LEÃO Fotografia de Cena ANA LOPES GOMES Agradecimentos SÃO JOSÉ CORREIA, JOSEFA LOPES DORROPIO, REINALDO BÔTO, ANTÓNIO JÚLIO, MARIA DE LURDES DORROPIO, TERESA BORGES, RUY MALHEIRO e MAFALDA ABREU Apoios JUNTA DE FREGUESIA DA PENHA DE FRANÇA   Duração 70 minutos Classificação etária maior de 16   ­­­­­­­­­­­­­­­ Se eu não fechar os olhos | Teatro 27 e 28 de maio, no Salão Nobre sexta às 23:00, sábado às 19:00   FANTASMA – Isto é uma peça de teatro. Chama-se se eu não fechar os olhos. Gostava que pensassem nisso. Se eu não fechar os olhos, o quê? O que é que vocês acham? O que é que vai acontecer se eles não fecharem os olhos? O que é que nos vais acontecer se não fecharmos os olhos? E depois olhamos em volta. Nada disto é verdade. E se nada disto é verdade então é tudo mentira. Seis jovens atravessam uma noite à procura deles próprios e de um significado para o presente e o futuro. Não sabem quem são, querem apenas viver no aqui e agora, e sonhar que conseguem alcançar tudo aquilo que desejam. Mas o futuro não lhes é possível porque, apesar da juventude e da esperança, já não têm qualquer possibilidade de escolher um caminho diferente daquele que já traçaram, mesmo que não o saibam.   Texto e encenação MIGUEL GRAÇA Interpretação BRUNO AMBRÓSIO, CAROLINA FRIAS, DAVID ESTEVES, DIANA SOUSA LARA, JOSÉ CONDESSA, MADALENA ALMEIDA e TIAGO LIMA Desenho de luz PEDRO CAEIRO Produção e booking ALEXANDRE G. FERREIRA Maiores de 16 anos Duração aproximada 100’ ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­Palankalama | Música 28 de maio, no Palco Exterior, às 23:00 Inserido no FITEI 2016   Palankalama é um quarteto dedicado à música instrumental, oriundo da cidade do Porto. Sendo todo o seu trabalho original, a música em causa atravessa várias regiões do mundo, com uma interpretação –carinhosamente naif – da música tradicional/folk de diversos lugares e imaginários. Saltando entre a energia do rock e as auras do cinema, todos os temas são "ambientes em garrafas" musicais.   Bandolim, Cavaquinho (português) e Guitarra PEDRO JOÃO Guitarra JOSÉ RICARDO NOGUEIRA Contrabaixo ANIBAL BEIRÃO Bateria e Percussão RUI GUERREIRO

 
 
Mostra de Artes e Ideias
Acções do Documento
 
Localização no Mapa
 
Agenda
Abril
Do
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
« Abril 2020 »
Newsletter