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Domingo, 29 Janeiro 2023
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03 a 05 Fev

Vila Nova de Gaia

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Válvula

  • transmissão online
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  • on demand de 7 de março às 10:00h, e de 8 a 18 de março a partir das 00:00h até as 24:00h do dia 19

 

Chama-se válvula ao tubo distribuidor da tinta das latas de spray utilizadas pelos graffiters. O ilustrador, cartoonista e performer visual António Jorge Gonçalves e Flávio Almada, ativista cabo-verdiano e uma das vozes mais acutilantes do hip hop em crioulo, juntaram-se para nos contarem a história dos graffiti. Uma história que começa em palco com uma pergunta: “Gostamos de escrever em paredes. Precisamos de escrever em paredes?”

Válvula recua aos riscos que caçadores recoletores fizeram nas rochas há 30 mil anos, em África, passa pelas anotações desenhadas que os romanos fizeram nas paredes das casas em Pompeia, detém-se nos murais políticos de há 100 anos, fala do trabalho de artistas contemporâneos tão influentes como Diego Rivera, Basquiat ou Keith Haring. Destinado a um público adolescente, é um espetáculo que se situa algures entre a conferência e o concerto, articulando palavras, desenhos e canções. E muitas perguntas. Como nasceram os graffiti no bairro do Bronx, em Nova Iorque? No que se inspira a “pichação” nos prédios de São Paulo? Arte ou vandalismo? Comunicação ou ocupação? Pode a desobediência ser legítima?   CRIAÇÃO ANTÓNIO JORGE GONÇALVES, FLÁVIO ALMADA   INTERPRETAÇÃO ANTÓNIO JORGE GONÇALVES (PALAVRAS E DESENHO DIGITAL), FLÁVIO ALMADA, AKA LBC SOLDJAH (PALAVRAS E MÚSICA)   DIREÇÃO E PRODUÇÃO MUSICAL RAS M DISCO-JÓQUEI ERRY G   PRODUÇÃO CULTURPROJECT   UMA ENCOMENDA LU.CA – TEATRO LUÍS DE CAMÕES   ESTREIA 1FEV2020 LU.CA (LISBOA) DUR. APROX. 1:00 M/12 ANOS


The tube that distributes the ink in spray cans is called valve. Graffiti artists use these cans. The illustrator, cartoonist and visual performer António Jorge Gonçalves, joins Flávio Almada, Cape Verdean activist and one of creole hip hop’s most sharp voices, to tell us the story of graffiti. A story that begins on stage with a question: “We enjoy writing on walls. Do we need to write on walls?”
“Válvula” goes back to the scratches made on rocks by collector hunters thirty thousand years ago, in Africa, visits the notes drawn by Romans on the walls of Pompei’s houses, addresses the political walls of 100 years ago, talks about the work of influent contemporary artists such as Diego Rivera, Basquiat or Keith Haring. Meant for a teenage audience, this show is somewhere between the conference and the concert, combining words, drawings and songs. And many questions. How did the graffiti in the Bronx neighbourhood, in New York, began? By what is the S. Paulo buildings’ “pichação” inspired? Is it art or vandalism? Communication or occupation? Can disobedience be legitimate?

Creation António Jorge Gonçalves, Flávio Almada
Interpretation António Jorge Gonçalves (words and digital drawing), Flávio Almada, aka Lbc Soldjah (words and music)
Direction and musical production Ras M
Disc-jockey Erry G
Production Culturproject
Ordered by LU.CA – Teatro Luís de Camões
Aprox. dur. 1h | For people aged over 12


Se llama válvula al tubo distribuidor de la tinta de las latas de espray utilizadas por los grafiteros. El ilustrador, cartonista y performer visual António Jorge Gonçalves, se asoció a Flávio Almada, activista caboverdiano y una de las voces más afiladas del hip hop en criollo, para contarnos la historia del grafiti. Una historia que empieza en el escenario con una pregunta: “Nos gusta escribir en las paredes. ¿Hace falta en las paredes?”
“Válvula” regresa a los trazos hechos por los cazadores recolectores en las rocas hace 30 mil años, en África, pasa por las notas dibujadas que los romanos hicieron en las paredes de las casas en Pompeya, se detiene en los muros políticos de hace 100 años, habla del trabajo de artistas contemporáneos tan influentes como Diego Rivera, Basquiat o Keith Haring. Destinado a un público adolescente, se trata de un espectáculo que está situado entre la conferencia y el concierto, articulando palabras, dibujos y canciones. Y muchas cuestiones. ¿Cómo han empezado los grafitis en el barrio de Bronx, en Nueva York?  ¿En qué se inspira la “pichação” en los edificios de San Pablo? ¿Arte o vandalismo? ¿Puede la desobediencia ser legítima?

Creación António Jorge Gonçalves, Flávio Almada
Interpretación António Jorge Gonçalves (palabras y diseño digital), Flávio Almada, aka Lbc Soldjah (palabras y música)
Dirección y producción musical Ras M
Disc-jockey Erry G
Producción Culturproject
Una encomienda LU.CA – Teatro Luís de Camões
Dur. aprox. 1h | M/12 años

 
 
Válvula
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