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SUMMARY:Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + 
 Laura Daelemans & Margarida Constantino That's so tapical
DESCRIPTION:Cronograma\n17:00\n\nDescripción\nDesde a sua criação em 201
 2 que o ciclo Palcos Instáveis incentiva o trabalho de criadores emergent
 es da cidade do Porto e do Norte do país. Com a assinatura da Instável 
 — Centro Coreográfico e a coprodução do Teatro Municipal do Porto\, o
 s Palcos Instáveis facilitam residências artísticas de criação\, a pr
 odução\, a comunicação e apresentação de novas obras\, possibilitand
 o o cruzamento de experiências artísticas e oferecendo à cidade o conta
 cto com linguagens coreográficas emergentes.\n\nMás información\n&nbsp\
 ; &nbsp\; &nbsp\; Catarina Campos &amp\; Melissa Sousa BOWND BOWND&nbsp\;b
 aseia-se na procura de movimento ligado ao universo de boundaries (limites
  do indiv&iacute\;duo).&nbsp\;Own&nbsp\;(do pr&oacute\;prio)\,&nbsp\;bond&
 nbsp\;(liga&ccedil\;&atilde\;o) e&nbsp\;bound&nbsp\;(limite e salto) s&ati
 lde\;o palavras-chave num caminho para a constru&ccedil\;&atilde\;o das fr
 onteiras do ser humano e para uma consci&ecirc\;ncia e express&atilde\;o m
 ais clara sobre quem somos e quem n&atilde\;o somos\, descoberta apenas na
  rela&ccedil\;&atilde\;o com o outro. A humaniza&ccedil\;&atilde\;o dos li
 mites\, al&eacute\;m do movimento\, como o som corporal\, som contato\, so
 m vocal\, som respirado\, constr&oacute\;i um sil&ecirc\;ncio que se vai m
 odificando\, atrav&eacute\;s de uma linguagem de dan&ccedil\;a urbana cont
 empor&acirc\;nea que abra&ccedil\;a os vocabul&aacute\;rios de hip-hop e h
 ouse\, bem como o movimento enraizado em cada uma das int&eacute\;rpretes.
  &ndash\; Catarina Campos &amp\; Melissa Sousa Catarina Campos\, em parale
 lo com a arquitetura\, come&ccedil\;ou a dan&ccedil\;ar na All About Dance
 \, fazendo posteriormente forma&ccedil\;&atilde\;o profissional em dan&cce
 dil\;as urbanas na academia de dan&ccedil\;a Flow\, em Paris\, na escola J
 uste Debout\, em Paris\, e na Inst&aacute\;vel\, atrav&eacute\;s da FAICC 
 &mdash\; Forma&ccedil\;&atilde\;o Avan&ccedil\;ada em Interpreta&ccedil\;&
 atilde\;o e Cria&ccedil\;&atilde\;o Coreogr&aacute\;fica. &Eacute\; criado
 ra do programa formativo Your Hip Hop de Dan&ccedil\;a e Identidade. &Eacu
 te\; bailarina no laborat&oacute\;rio coreogr&aacute\;fico de Sandrine Les
 courant e em Devices\, de Philippe Almeida. Cocriadora e int&eacute\;rpret
 e em&nbsp\;Ferida\,&nbsp\;Tres pas sar&nbsp\;e&nbsp\;Querencia. Int&eacute
 \;rprete em&nbsp\;Expedi&ccedil\;&atilde\;o\, de Mara Andrade e&nbsp\;A Id
 eia de Europa\, de Estrutura - integrados no projeto &euro\;UROTRA$H\, do 
 Ballet Contempor&acirc\;neo do Norte\, onde tamb&eacute\;m assina como cri
 adora e core&oacute\;grafa a pe&ccedil\;a Pelo Menos 77. Atualmente\, cola
 bora com Melissa Sousa na cria&ccedil\;&atilde\;o do projeto Casam&atilde\
 ;e\, uma plataforma para a cria&ccedil\;&atilde\;o e investiga&ccedil\;&at
 ilde\;o art&iacute\;stica. Melissa Sousa&nbsp\;estudou interpreta&ccedil\;
 &atilde\;o em dan&ccedil\;a contempor&acirc\;nea na UNEARTE &mdash\; Unive
 rsidade Nacional Experimental das Artes\, em Caracas\, e dan&ccedil\;as ur
 banas na Peridance Capezio Center\, em Nova Iorque. Como int&eacute\;rpret
 e teve experi&ecirc\;ncias profissionais com Sandrine Lescourant (Mufasa)\
 , Dana Foglia\, Ladies of Hip Hop\, escola Alvin Ailey e mais recentemente
  com tr&ecirc\;s micrope&ccedil\;as de Jorge Gon&ccedil\;alves\, Jocl&eacu
 te\;cio Azevedo e Catarina Campos integradas no segmento &Aacute\;GORA de 
 &euro\;UROTRA$H do Ballet Contempor&acirc\;neo do Norte. &Eacute\; ainda c
 ore&oacute\;grafa de En el vac&iacute\;o\, no &acirc\;mbito do laborat&oac
 ute\;rio coreogr&aacute\;fico da Inst&aacute\;vel\, e fundadora e codireto
 ra art&iacute\;stica do festival de dan&ccedil\;as urbanas LOOP. Atualment
 e\, colabora com Catarina Campos na cria&ccedil\;&atilde\;o do projeto Cas
 am&atilde\;e que alberga cria&ccedil\;&otilde\;es de &iacute\;ndole art&ia
 cute\;stica. Sara Santerv&aacute\;s Krakatoa O dia em que a Terra berrou. 
 Uma erup&ccedil\;&atilde\;o de extrema viol&ecirc\;ncia arrasa sem piedade
 \, deixando atr&aacute\;s dela um horizonte de instabilidade\, fazendo tre
 mer o ch&atilde\;o debaixo dos p&eacute\;s. Um corpo &eacute\; sacudido\, 
 submetido e devastado pela for&ccedil\;a implac&aacute\;vel da natureza. A
 trav&eacute\;s do vigor\,&nbsp\;Krakatoa&nbsp\;pretende oferecer uma janel
 a pela qual olhar a viagem interior de uma experi&ecirc\;ncia\, a verdade 
 &iacute\;ntima em carne viva de um corpo\, na qual &eacute\; explorada a f
 ace mais dolorosa de se sentir dominado pelo caos. &mdash\; Sara Santerv&a
 acute\;s Sara Santerv&aacute\;s&nbsp\;(&Uacute\;beda\, Espanha\, 1994) est
 udou flamenco\, escola bolera e dan&ccedil\;a espanhola. &Eacute\; formada
  em biomedicina pela Universidade de Sevilha e em gen&eacute\;tica e evolu
 &ccedil\;&atilde\;o humana pela Universidade de Granada. Trabalhou na &aac
 ute\;rea de mecanismos de repara&ccedil\;&atilde\;o molecular do ADN. Estu
 dou dan&ccedil\;a contempor&acirc\;nea no Conservat&oacute\;rio Profission
 al de Dan&ccedil\;a Reina Sof&iacute\;a de Granada. Em 2018 chega &agrave\
 ; cidade do Porto\, onde conhece Mafalda Deville. Trabalha como int&eacute
 \;rprete de dan&ccedil\;a com artistas internacionais &mdash\; Mafalda Dev
 ille\, Elisabeth Lambeck e Joan Jonas &mdash\; e companhias locais &mdash\
 ; Esquiva - Companhia de Dan&ccedil\;a e Oficina Zero.&nbsp\;Krakatoa&nbsp
 \;&eacute\; o seu primeiro trabalho como criadora e int&eacute\;rprete. La
 ura Daelemans &amp\; Margarida Constantino&nbsp\; That&rsquo\;s so tapical
  A nossa sociedade &eacute\; constru&iacute\;da em c&iacute\;rculos. Ocasi
 onalmente\, quando nos atrevemos a escapulir do nosso c&iacute\;rculo de c
 onforto\, somos confrontados com uma nova perspetiva da realidade. That&rs
 quo\;s so tapical &eacute\; uma narrativa sobre a fic&ccedil\;&atilde\;o e
  o indubit&aacute\;vel\, sobre a hist&oacute\;ria que se conta e a que se 
 abafa. &Eacute\; sobre opress&atilde\;o. &Eacute\; um &ldquo\;recreio&rdqu
 o\; para o pensamento nas diferentes dimens&otilde\;es das nossas personag
 ens\, em contraste com a realidade que &eacute\; verbalizada. &Eacute\; so
 bre a verdade. S&atilde\;o as ideias que ridicularizamos na mente sob uma 
 lupa\, na matriz social. &Eacute\; o dom&iacute\;nio do real sobre a quime
 ra insana. &Eacute\; sobre a verbaliza&ccedil\;&atilde\;o do absurdo que &
 eacute\; humor e da tens&atilde\;o que &eacute\; euforia. &mdash\; Laura D
 aelemans &amp\; Margarida Constantino Laura Daelemans&nbsp\;&eacute\; uma 
 core&oacute\;grafa\, int&eacute\;rprete e ilustradora\, natural da B&eacut
 e\;lgica e residente nos Pa&iacute\;ses Baixos. Come&ccedil\;ou a dan&cced
 il\;ar aos treze anos e estudou no Kunsthumaniora for Contemporary Dance-A
 nturpia\, na B&eacute\;lgica\, e na Universidade de Artes ArtEZ\, em Arnhe
 m\, onde de licenciou em 2021. Como bailarina apresentou trabalhos de Rose
 r L&oacute\;pez Espinosa\, Anton Lachky\, Katja Heitmann\, H&eacute\;lder 
 Seabra e Eldad Bem-Sasson. Al&eacute\;m dos seus estudos em dan&ccedil\;a 
 contempor&acirc\;nea\, pratica sapateado e frequentou aulas de teatro no d
 epartamento de teatro da ArtEZ. Daelemans dedica-se a criar pe&ccedil\;as 
 no &acirc\;mbito da com&eacute\;dia tr&aacute\;gica. As suas pe&ccedil\;as
  mais recentes s&atilde\;o Royal Oak para a companhia SALLY Dansgezelschap
  Maastricht\, Total Eclipse no teatro De Nieuwe Oost e Tea Time em cocria&
 ccedil\;&atilde\;o com Dani&euml\;lle Huyghe. Margarida Constantino&nbsp\;
 &eacute\; uma core&oacute\;grafa e bailarina natural do Porto. &Eacute\; l
 icenciada pela Universidade de Artes Artez\, em Arnhem\, com uma especiali
 za&ccedil\;&atilde\;o em teoria e investiga&ccedil\;&atilde\;o art&iacute\
 ;stica pelo programa Honors. Come&ccedil\;ou o seu percurso nas artes na A
 cademia de M&uacute\;sica de Vilar do Para&iacute\;so e no Ginasiano\, ten
 do passado tamb&eacute\;m pela ESD &mdash\; Escola Superior de Dan&ccedil\
 ;a de Lisboa. Durante o seu percurso nos Pa&iacute\;ses Baixos apresentou 
 trabalhos de Marco Goecke\, Elias Lazaridis -Sidi Larbi / Eastman Foundati
 on\, Trisha Brown com Eva Karzach\, Roser Lopez Espinosa\, Krisztina de Ch
 &acirc\;tel\, Eldad Ben-Sasson\, entre outros. Trabalha atualmente como ba
 ilarina para Nicole Beutler Productions e como coreografa freelancer. No &
 uacute\;ltimo ano apresentou v&aacute\;rias pe&ccedil\;as\, entre elas&nbs
 p\;21\, uma performance para 3 bailarinos\, no teatro Korzo\, em Haia. &nb
 sp\; &nbsp\; Catarina Campos &amp\; Melissa Sousa BOWND Coreografia e inte
 rpreta&ccedil\;&atilde\;o&nbsp\;Catarina Campos\, Melissa Sousa Coprodu&cc
 edil\;&atilde\;o&nbsp\;Teatro Municipal do Porto\, Inst&aacute\;vel&nbsp\;
  Sara Santerv&aacute\;s Krakatoa Cria&ccedil\;&atilde\;o e interpreta&cced
 il\;&atilde\;o&nbsp\;Sara Santerv&aacute\;s Apoio dramat&uacute\;rgico&nbs
 p\;Mercedes Quijada\, Elisabeth Lambeck Edi&ccedil\;&atilde\;o de v&iacute
 \;deo e fotografia&nbsp\;Mercedes Quijada M&uacute\;sica&nbsp\;Gil Delindr
 o\, Senyawa\, asian traditional music Laura Daelemans &amp\; Margarida Con
 stantino&nbsp\; That&rsquo\;s so tapical Dire&ccedil\;&atilde\;o art&iacut
 e\;stica e interpreta&ccedil\;&atilde\;o&nbsp\;Margarida Constantino\, Lau
 ra Daelemans Apoio &agrave\; resid&ecirc\;ncia&nbsp\;Flor de Fango\, Watap
 ana Dance Company\, ArtEZ University of the Arts &nbsp\; &nbsp\; Condi&cce
 dil\;&otilde\;es TMP Online Visualiza&ccedil\;&atilde\;o dispon&iacute\;ve
 l 24h (entre as 17h00 de 18 de dezembro e as 23h59 de 19 de dezembro)\n\nB
 OWND is based on the search for movement linked to the universe of &ldquo\
 ;boundaries&rdquo\;. &ldquo\;Own&rdquo\;\, &ldquo\;bond&rdquo\; and &ldquo
 \;bound&rdquo\; are keywords in a path to build the boundaries of the huma
 n being and to more clearly be aware of and express who we are and who we 
 are not\, which we can only figure out by engaging with others. Aside from
  movement\, the humanisation of limits&mdash\;such as body sound\, touch s
 ound\, vocal sound\, breathed sound&mdash\;creates a silence that keeps ch
 anging through a contemporary urban dance language that embraces contribut
 ions from hip-hop and house\, as well as the movement engrained in each of
  the performers. &ndash\; Catarina Campos and Melissa Sousa\nKrakatoa\nThe
  day the Earth shouted. An extremely violent eruption wipes out mercilessl
 y\, leaving behind a horizon of instability\, shaking the ground underneat
 h. A body is subjected to\, shaken and devastated by the ruthless might of
  Nature. Resorting to energy\, Krakatoa intends to offer a window through 
 which to look at the inner journey of an experience\, the intimate truth o
 f a body in its living flesh\, exploring the most painful side of feeling 
 dominated by chaos. &ndash\; Sara Santerv&aacute\;s\nThat&rsquo\;s so tapi
 cal\nOur society is built in circles. Every so often\, when we dare to esc
 ape our comfort circle\, we&rsquo\;re confronted wit a new perspective on 
 reality. That&rsquo\;s so Tapical is a narrative about fiction and the und
 eniable\, about the history being told and the one being silenced. It is a
 bout oppression. It is a &ldquo\;playground&rdquo\; for thought in the sev
 eral dimensions of our characters against the reality put into words. It i
 s about the truth. The ideas we ridicule in our mind under a magnifying gl
 ass in the social matrix. The dominance of the real over the insane chimer
 a. Putting in words the absurd that is humour and the tension that is euph
 oria. &ndash\; Laura Daelemans and Margarida Constantino\nSource and +Info
 : www.teatromunicipaldoporto.pt/en/\nTickets &euro\;7 / &euro\;3.50 (TMP O
 nline) Duration 45m + 30m + 20m Age &gt\;6\nTMP Online terms: Available fo
 r 24h (from 17:00 on 18 December to 23h59 on 19 de Deceber)\n\nBOWND est&a
 acute\; basado en la procura de movimiento relacionado con el universo de 
 boundaries (l&iacute\;mites del individuo). Own (del propio)\, bond (enlac
 e) y bound (l&iacute\;mite y salto) son palabras-llave de un camino hacia 
 la construcci&oacute\;n de las fronteras del ser humano y hacia una consci
 encia y expresi&oacute\;n m&aacute\;s clara sobre qui&eacute\;n somos y qu
 i&eacute\;n no somos\, descubierta solamente en la relaci&oacute\;n con el
  otro. La humanizaci&oacute\;n de los l&iacute\;mites\, adem&aacute\;s del
  movimiento\, como el sonido corporal\, sonido contacto\, sonido vocal\, s
 onido respirado\, construye un silencio que va cambiando a trav&eacute\;s 
 de un lenguaje de danza urbana contempor&aacute\;nea que abraza los vocabu
 larios de hip-hop y house y el movimiento enraizado en cada una de las int
 &eacute\;rpretes.\nKrakatoa\nEl d&iacute\;a en que la Tierra grit&oacute\;
 . Una erupci&oacute\;n de extrema violencia arrasa todo sin piedad\, dejan
 do un horizonte de instabilidad\, haciendo temblar el suelo bajo nuestros 
 pies. Un cuerpo es sacudido\, sometido y devastado por la fuerza implacabl
 e de la naturaleza. A trav&eacute\;s del vigor\, Krakatoa procura ofrecer 
 una ventana que permita mirar al viaje interior de una experiencia\, la ve
 rdad &iacute\;ntima de un cuerpo en carne viva\, en la que se explora el l
 ado m&aacute\;s doloroso de sentirse dominado por el caos. &mdash\; Sara S
 anterv&aacute\;s\nThat&rsquo\;s so tapical\nNuestra sociedad est&aacute\; 
 construida en c&iacute\;rculos. A veces\, cuando osamos escabullirnos de n
 uestro c&iacute\;rculo de conforto\, somos confrontados con una nueva pers
 pectiva de la realidad. That&rsquo\;s so tapical es una narrativa sobre la
  ficci&oacute\;n y el indubitable\, sobre la historia que se cuenta y la q
 ue se encubre. Es sobre opresi&oacute\;n. Es un &ldquo\;recreo&rdquo\; par
 a el pensamiento en las diferentes dimensiones de nuestros personajes\, co
 ntrastando con la realidad que se verbaliza. Es sobre la verdad. Son las i
 deas que ridiculizamos en la mente bajo una lupa\, en la matriz social. Es
  el dominio del real sobre la quimera insana. Es sobre la verbalizaci&oacu
 te\;n del absurdo que es humor y de la tensi&oacute\;n que es euforia. &md
 ash\; Laura Daelemans &amp\; Margarida Constantino\n+Info: www.teatromunic
 ipaldoporto.pt/\nBilletes 7&euro\; / 3\,50&euro\; (TMP Online) Duraci&oacu
 te\;n 45m + 30m + 20m M/6 a&ntilde\;os\nCondiciones TMP Online: Disponible
  24h (de las 17:00 del 18 diciembre a las 23h59 del 19 diciembre)
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