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SUMMARY:Alfredo Cunha. 50 anos de fotografia 1970-2020
DESCRIPTION:Horário\nterça a sexta-feira: 10:00h-18:00h sábados\, doming
 os e feriados: 15:00h-19:00h\n\nDescrição\nEste Alfredo Cunha de quem se
  fala é o homem com a sua câmara e o seu olhar.  Qualquer bom fotojornal
 ista intui\, antes de o saber claramente\, que uma imagem\, que deve encer
 rar todo um conteúdo e uma sedução\, é\, sempre foi\, um momento decis
 ivo. Antes de ser definido por Cartier-Bresson\, já existia na mente de q
 uem fotografa o acontecimento\, o rosto e o movimento.  (...)\n\nMais info
 rmação\nEste Alfredo Cunha de quem se fala &eacute\; o homem com a sua c
 &acirc\;mara e o seu olhar. Qualquer bom fotojornalista intui\, antes de o
  saber claramente\, que uma imagem\, que deve encerrar todo um conte&uacut
 e\;do e uma sedu&ccedil\;&atilde\;o\, &eacute\;\, sempre foi\, um momento 
 decisivo. Antes de ser definido por Cartier-Bresson\, j&aacute\; existia n
 a mente de quem fotografa o acontecimento\, o rosto e o movimento. Na long
 a carreira de 50 anos de Alfredo Cunha\, muita coisa mudou: o pa&iacute\;s
  que fotografa\; o equipamento que usa &mdash\; j&aacute\; longe da primei
 r&iacute\;ssima Petri FT\, da Leica M3\, que come&ccedil\;ou a usar em 197
 3\, e das Leicas que se seguiram e a que se manteve sempre fiel\; o suport
 e &mdash\; do anal&oacute\;gico\, maioritariamente preto e branco\, ao dig
 ital\, que pratica desde 2003. A imagem fotojornal&iacute\;stica responde 
 &agrave\; exig&ecirc\;ncia de concord&acirc\;ncia com o texto\, tamb&eacut
 e\;m se liga ao onde\, quando\, como e porqu&ecirc\;. Por&eacute\;m\, quan
 do o fot&oacute\;grafo j&aacute\; definiu o seu estilo &mdash\; e &eacute\
 ; esse o caso de Alfredo Cunha &mdash\;\, a sedu&ccedil\;&atilde\;o da ima
 gem sobrep&otilde\;e-se &agrave\; sedu&ccedil\;&atilde\;o da not&iacute\;c
 ia. Em todas elas se torna dif&iacute\;cil associar a imagem a um estilo p
 ois Alfredo Cunha ultrapassa a corrente do momento e o tema. E &eacute\; n
 este sentido que podemos dizer\, com Barthes\, que as suas fotografias res
 ultam sem c&oacute\;digo\, dependem da transmiss&atilde\;o do seu para nos
 so afecto. Teresa Siza (texto adaptado) &nbsp\;\n\n\nThis Alfredo Cunha we
  talk about is the man with his camera and his look. Any good photojournal
 ist intuits\, before knowing it for sure\, that a picture that has to incl
 ude content and seduction is\, always was\, a decisive moment. Before bein
 g determined by Cartier-Bresson\, it already existed in the mind of those 
 who photograph the event\, the face\, the action. Along Alfredo Cunha&rsqu
 o\;s 50 year career many things changed: the country he photographs\; the 
 equipment he uses &ndash\; far from the very first Petri FT\, the Leica M3
  that he used for the first time in 1973\, the other Leicas that followed 
 and to which he was always faithful\; the support &ndash\; from analogic\,
  particularly black and white\, to digital\, used by him since 2003. The p
 hotojournalistic picture has to match the text\, but also connects with &l
 dquo\;where&rdquo\;\, &ldquo\;when&rdquo\;\, &ldquo\;how&rdquo\; and &ldqu
 o\;why&rdquo\;. However\, when the photographer settles his style &ndash\;
  as Alfredo Cunha does\, the seduction of the picture overlaps the seducti
 on of the news. One can hardly associate any of the pictures to a definite
  style\, because Alfred Cunha stands above the flow of the moment and the 
 theme.&nbsp\; In this sense we can say\, along with Barthes\, that his pic
 tures work without a code\, depending on the transmission from his affecti
 on to ours.\nTeresa Siza (adapted text)\n\n\nEste Alfredo Cunha del que ha
 blamos es el hombre con su camera y su mirada. Cualquiera bueno fotoperiod
 ista intuye\, antes de saberlo claramente\, que una imagen\, que debe incl
 uir todo un contenido y una seducci&oacute\;n\, es\, siempre fue\, un mome
 nto decisivo. Antes de ser definido por Cartier-Bresson\, ya exist&iacute\
 ;a en la mente de quien fotograf&iacute\;a el acontecimiento\, el rostro y
  el movimiento.&nbsp\; A lo largo de la carrera de 50 a&ntilde\;os de Alfr
 ed Cunha\, mucho ha cambiado ya: el pa&iacute\;s que &eacute\;l fotograf&i
 acute\;a\; el equipamiento que utiliza &ndash\; ya lejano de la primer&iac
 ute\;sima Petri FT\, de la Leica M3\, que ha empezado a utilizar en 1973\,
  y de las Leicas siguientes a las cuales se mantuvo siempre fiel\; el supo
 rte &ndash\; del anal&oacute\;gico\, sobre todo blanco y negro\, al digita
 l\, que practica desde 2003. La imagen de fotoperiodismo satisface la exig
 encia de concordancia con el texto\, y adem&aacute\;s se conecta con el &l
 dquo\;donde&rdquo\;\, &ldquo\;cuando&rdquo\;\, &ldquo\;c&oacute\;mo&rdquo\
 ; y &ldquo\;porqu&eacute\;&rdquo\;. Sin embargo\, cuando el fot&oacute\;gr
 afo ya ha definido su estilo &ndash\; y ese es el caso de Alfredo Cunha\, 
 la seducci&oacute\;n de la imagen se sobrepone a la seducci&oacute\;n de l
 a noticia. En todas ellas es dif&iacute\;cil asociar la imagen a un estilo
 \, ya que Alfredo Cunha pasa la corriente del momento y el tema. En ese se
 ntido podremos decir\, con Barthes\, que sus fotograf&iacute\;as resultan 
 sin c&oacute\;digo\, dependiendo de la transmisi&oacute\;n de su afecto al
  nuestro.\nTeresa Siza (texto adaptado)
URL:https://iporto.amp.pt/eventos/alfredo-cunha-50-anos-de-fotografia-1970-
 2020/
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