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Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Danza

18 Dec 2021

Porto

Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Palcos Instáveis

Porto

17:00

Danza

18 Dec 2021

Porto

Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND + Sara Santervás Krakatoa + Laura Daelemans & Margarida Constantino That’s so tapical

Desde a sua criação em 2012 que o ciclo Palcos Instáveis incentiva o trabalho de criadores emergentes da cidade do Porto e do Norte do país. Com a assinatura da Instável — Centro Coreográfico e a coprodução do Teatro Municipal do Porto, os Palcos Instáveis facilitam residências artísticas de criação, a produção, a comunicação e apresentação de novas obras, possibilitando o cruzamento de experiências artísticas e oferecendo à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes.

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      Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND BOWND baseia-se na procura de movimento ligado ao universo de boundaries (limites do indivíduo). Own (do próprio), bond (ligação) e bound (limite e salto) são palavras-chave num caminho para a construção das fronteiras do ser humano e para uma consciência e expressão mais clara sobre quem somos e quem não somos, descoberta apenas na relação com o outro. A humanização dos limites, além do movimento, como o som corporal, som contato, som vocal, som respirado, constrói um silêncio que se vai modificando, através de uma linguagem de dança urbana contemporânea que abraça os vocabulários de hip-hop e house, bem como o movimento enraizado em cada uma das intérpretes. – Catarina Campos & Melissa Sousa Catarina Campos, em paralelo com a arquitetura, começou a dançar na All About Dance, fazendo posteriormente formação profissional em danças urbanas na academia de dança Flow, em Paris, na escola Juste Debout, em Paris, e na Instável, através da FAICC — Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica. É criadora do programa formativo Your Hip Hop de Dança e Identidade. É bailarina no laboratório coreográfico de Sandrine Lescourant e em Devices, de Philippe Almeida. Cocriadora e intérprete em Ferida, Tres pas sar e Querencia. Intérprete em Expedição, de Mara Andrade e A Ideia de Europa, de Estrutura - integrados no projeto €UROTRA$H, do Ballet Contemporâneo do Norte, onde também assina como criadora e coreógrafa a peça Pelo Menos 77. Atualmente, colabora com Melissa Sousa na criação do projeto Casamãe, uma plataforma para a criação e investigação artística. Melissa Sousa estudou interpretação em dança contemporânea na UNEARTE — Universidade Nacional Experimental das Artes, em Caracas, e danças urbanas na Peridance Capezio Center, em Nova Iorque. Como intérprete teve experiências profissionais com Sandrine Lescourant (Mufasa), Dana Foglia, Ladies of Hip Hop, escola Alvin Ailey e mais recentemente com três micropeças de Jorge Gonçalves, Joclécio Azevedo e Catarina Campos integradas no segmento ÁGORA de €UROTRA$H do Ballet Contemporâneo do Norte. É ainda coreógrafa de En el vacío, no âmbito do laboratório coreográfico da Instável, e fundadora e codiretora artística do festival de danças urbanas LOOP. Atualmente, colabora com Catarina Campos na criação do projeto Casamãe que alberga criações de índole artística. Sara Santervás Krakatoa O dia em que a Terra berrou. Uma erupção de extrema violência arrasa sem piedade, deixando atrás dela um horizonte de instabilidade, fazendo tremer o chão debaixo dos pés. Um corpo é sacudido, submetido e devastado pela força implacável da natureza. Através do vigor, Krakatoa pretende oferecer uma janela pela qual olhar a viagem interior de uma experiência, a verdade íntima em carne viva de um corpo, na qual é explorada a face mais dolorosa de se sentir dominado pelo caos. — Sara Santervás Sara Santervás (Úbeda, Espanha, 1994) estudou flamenco, escola bolera e dança espanhola. É formada em biomedicina pela Universidade de Sevilha e em genética e evolução humana pela Universidade de Granada. Trabalhou na área de mecanismos de reparação molecular do ADN. Estudou dança contemporânea no Conservatório Profissional de Dança Reina Sofía de Granada. Em 2018 chega à cidade do Porto, onde conhece Mafalda Deville. Trabalha como intérprete de dança com artistas internacionais — Mafalda Deville, Elisabeth Lambeck e Joan Jonas — e companhias locais — Esquiva - Companhia de Dança e Oficina Zero. Krakatoa é o seu primeiro trabalho como criadora e intérprete. Laura Daelemans & Margarida Constantino  That’s so tapical A nossa sociedade é construída em círculos. Ocasionalmente, quando nos atrevemos a escapulir do nosso círculo de conforto, somos confrontados com uma nova perspetiva da realidade. That’s so tapical é uma narrativa sobre a ficção e o indubitável, sobre a história que se conta e a que se abafa. É sobre opressão. É um “recreio” para o pensamento nas diferentes dimensões das nossas personagens, em contraste com a realidade que é verbalizada. É sobre a verdade. São as ideias que ridicularizamos na mente sob uma lupa, na matriz social. É o domínio do real sobre a quimera insana. É sobre a verbalização do absurdo que é humor e da tensão que é euforia. — Laura Daelemans & Margarida Constantino Laura Daelemans é uma coreógrafa, intérprete e ilustradora, natural da Bélgica e residente nos Países Baixos. Começou a dançar aos treze anos e estudou no Kunsthumaniora for Contemporary Dance-Anturpia, na Bélgica, e na Universidade de Artes ArtEZ, em Arnhem, onde de licenciou em 2021. Como bailarina apresentou trabalhos de Roser López Espinosa, Anton Lachky, Katja Heitmann, Hélder Seabra e Eldad Bem-Sasson. Além dos seus estudos em dança contemporânea, pratica sapateado e frequentou aulas de teatro no departamento de teatro da ArtEZ. Daelemans dedica-se a criar peças no âmbito da comédia trágica. As suas peças mais recentes são Royal Oak para a companhia SALLY Dansgezelschap Maastricht, Total Eclipse no teatro De Nieuwe Oost e Tea Time em cocriação com Daniëlle Huyghe. Margarida Constantino é uma coreógrafa e bailarina natural do Porto. É licenciada pela Universidade de Artes Artez, em Arnhem, com uma especialização em teoria e investigação artística pelo programa Honors. Começou o seu percurso nas artes na Academia de Música de Vilar do Paraíso e no Ginasiano, tendo passado também pela ESD — Escola Superior de Dança de Lisboa. Durante o seu percurso nos Países Baixos apresentou trabalhos de Marco Goecke, Elias Lazaridis -Sidi Larbi / Eastman Foundation, Trisha Brown com Eva Karzach, Roser Lopez Espinosa, Krisztina de Châtel, Eldad Ben-Sasson, entre outros. Trabalha atualmente como bailarina para Nicole Beutler Productions e como coreografa freelancer. No último ano apresentou várias peças, entre elas 21, uma performance para 3 bailarinos, no teatro Korzo, em Haia.     Catarina Campos & Melissa Sousa BOWND Coreografia e interpretação Catarina Campos, Melissa Sousa Coprodução Teatro Municipal do Porto, Instável  Sara Santervás Krakatoa Criação e interpretação Sara Santervás Apoio dramatúrgico Mercedes Quijada, Elisabeth Lambeck Edição de vídeo e fotografia Mercedes Quijada Música Gil Delindro, Senyawa, asian traditional music Laura Daelemans & Margarida Constantino  That’s so tapical Direção artística e interpretação Margarida Constantino, Laura Daelemans Apoio à residência Flor de Fango, Watapana Dance Company, ArtEZ University of the Arts     Condições TMP Online Visualização disponível 24h (entre as 17h00 de 18 de dezembro e as 23h59 de 19 de dezembro) BOWND is based on the search for movement linked to the universe of “boundaries”. “Own”, “bond” and “bound” are keywords in a path to build the boundaries of the human being and to more clearly be aware of and express who we are and who we are not, which we can only figure out by engaging with others. Aside from movement, the humanisation of limits—such as body sound, touch sound, vocal sound, breathed sound—creates a silence that keeps changing through a contemporary urban dance language that embraces contributions from hip-hop and house, as well as the movement engrained in each of the performers. – Catarina Campos and Melissa Sousa Krakatoa The day the Earth shouted. An extremely violent eruption wipes out mercilessly, leaving behind a horizon of instability, shaking the ground underneath. A body is subjected to, shaken and devastated by the ruthless might of Nature. Resorting to energy, Krakatoa intends to offer a window through which to look at the inner journey of an experience, the intimate truth of a body in its living flesh, exploring the most painful side of feeling dominated by chaos. – Sara Santervás That’s so tapical Our society is built in circles. Every so often, when we dare to escape our comfort circle, we’re confronted wit a new perspective on reality. That’s so Tapical is a narrative about fiction and the undeniable, about the history being told and the one being silenced. It is about oppression. It is a “playground” for thought in the several dimensions of our characters against the reality put into words. It is about the truth. The ideas we ridicule in our mind under a magnifying glass in the social matrix. The dominance of the real over the insane chimera. Putting in words the absurd that is humour and the tension that is euphoria. – Laura Daelemans and Margarida Constantino Source and +Info: http://www.teatromunicipaldoporto.pt/en/ Tickets €7 / €3.50 (TMP Online) Duration 45m + 30m + 20m Age >6 TMP Online terms: Available for 24h (from 17:00 on 18 December to 23h59 on 19 de Deceber) BOWND está basado en la procura de movimiento relacionado con el universo de boundaries (límites del individuo). Own (del propio), bond (enlace) y bound (límite y salto) son palabras-llave de un camino hacia la construcción de las fronteras del ser humano y hacia una consciencia y expresión más clara sobre quién somos y quién no somos, descubierta solamente en la relación con el otro. La humanización de los límites, además del movimiento, como el sonido corporal, sonido contacto, sonido vocal, sonido respirado, construye un silencio que va cambiando a través de un lenguaje de danza urbana contemporánea que abraza los vocabularios de hip-hop y house y el movimiento enraizado en cada una de las intérpretes. Krakatoa El día en que la Tierra gritó. Una erupción de extrema violencia arrasa todo sin piedad, dejando un horizonte de instabilidad, haciendo temblar el suelo bajo nuestros pies. Un cuerpo es sacudido, sometido y devastado por la fuerza implacable de la naturaleza. A través del vigor, Krakatoa procura ofrecer una ventana que permita mirar al viaje interior de una experiencia, la verdad íntima de un cuerpo en carne viva, en la que se explora el lado más doloroso de sentirse dominado por el caos. — Sara Santervás That’s so tapical Nuestra sociedad está construida en círculos. A veces, cuando osamos escabullirnos de nuestro círculo de conforto, somos confrontados con una nueva perspectiva de la realidad. That’s so tapical es una narrativa sobre la ficción y el indubitable, sobre la historia que se cuenta y la que se encubre. Es sobre opresión. Es un “recreo” para el pensamiento en las diferentes dimensiones de nuestros personajes, contrastando con la realidad que se verbaliza. Es sobre la verdad. Son las ideas que ridiculizamos en la mente bajo una lupa, en la matriz social. Es el dominio del real sobre la quimera insana. Es sobre la verbalización del absurdo que es humor y de la tensión que es euforia. — Laura Daelemans & Margarida Constantino +Info: http://www.teatromunicipaldoporto.pt/ Billetes 7€ / 3,50€ (TMP Online) Duración 45m + 30m + 20m M/6 años Condiciones TMP Online: Disponible 24h (de las 17:00 del 18 diciembre a las 23h59 del 19 diciembre)

Imagen

Leyenda: Bownd

Créditos: Sara Ferreira

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