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Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a

Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a

Dança

11 - 13 Fev 2016

Porto

Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a

Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a

Teatro Nacional São João - Porto

qui-sáb 21:00

Dança

11 - 13 Fev 2016

Porto

Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a

Contra a imagem estereotipada de um teatro letárgico, habitado por criaturas desvitalizadas, Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a despoja a ação das palavras de Tchékhov e explora essa “imensa vitalidade” que Peter Brook detetou na obra do dramaturgo russo, cuja ironia e desencanto não excluem o amor ou a alegria.

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Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:EN-US;} Criador nómada, que vem cruzando muito livremente os territórios do teatro e da dança, Victor Hugo Pontes detém-se sobre o enredo e as personagens de A Gaivota – peça de Anton Tchékhov cujo êxito a converteu em emblema do próprio Teatro de Arte de Moscovo – para pô-los a dançar. Contra a imagem estereotipada de um teatro letárgico, habitado por criaturas desvitalizadas, Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a despoja a ação das palavras de Tchékhov e explora essa “imensa vitalidade” que Peter Brook detetou na obra do dramaturgo russo, cuja ironia e desencanto não excluem o amor ou a alegria. O amor é, aliás, um dos núcleos sensíveis da nova criação de Victor Hugo Pontes (ecoando a convicção íntima da Nina de A Gaivota: “Eu acho que numa peça deve sempre haver amor…”), a par da demanda de “novas formas” advogada por Tréplev, o jovem aspirante a poeta… Corolário de uma longa convivência do coreógrafo com Tchékhov – prestou apoio ao movimento na trilogia tchekhoviana de Nuno Cardoso (2008-2011) e encenou o monólogo Os Malefícios do Tabaco no TeCA (2010) –, Se alguma vez precisares da minha vida, vem e toma-a coreografa as evasões e os impasses, os idílios e os becos sem saída, destas criaturas demasiado humanas.

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Legenda: José Caldeira

Créditos: José Caldeira

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